Atentado nos EUA
Escrito pela professora Fátima Barbosa
No dia 11 de setembro de
2001, depois que os aviões explodiram as torres do World Trade Center em Nova
York e o Pentágono em Washington, muita coisa mudou no mundo. Além de milhares
de vidas perdidas e muita dor, o mundo foi nocauteado pelo terror e pela ameaça
de uma outra guerra mundial. O que parecia seguro mostrou-se frágil e vulnerável,
como por exemplo o projeto anti - mísseis dos EUA. A partir de agora temos
que digerir muita informação e assimilar novos nomes, termos , siglas e personagens
que por bem ou por mal já fazem parte da nossa história.
Os ataques de setembro mostraram que a ameaça não está
apenas em bombas químicas ou atômicas, mas em ações surpreendentes de terroristas
suicidas. O presidente George W. Bush acreditava poder proteger o país instalando
um escudo anti mísseis. Nova York foi escolhida provavelmente devido à repercussão
do ataque : as torres do World Trade Center eram um símbolo do poderio americano,
reunindo corretoras de valores e empresas nacionais e estrangeiras, além de
reunir em numa pequena área uma grande concentração de pessoas.
A China e a Rússia apoiaram os EUA na luta contra os muçulmanos
(possíveis responsáveis pelos ataques), pois a China quer acabar com a guerrilha
interna que existe no norte do país (formada também por soldados islâmicos)
e a Rússia quer o apoio dos EUA na batalha contra guerrilheiros terroristas
da Chechênia, na disputa por territórios internos.
Os palestinos festejaram o ataque terrorista aos EUA, pois
não gostam dos americanos por causa de Israel, o povo inimigo, que conta com
os apoios financeiro e político dos americanos na luta pela Palestina.
Os extremistas odeiam os EUA pois se ressentem da influência
ocidental sobre o planeta nos costumes, nos hábitos de consumo, no modo de
vida. Em países dominados por radicais, especialmente o Taliban (poder que
controlava 95% do Afeganistão por ocasião do ataque), tudo o que lembra a
cultura ocidental é proibido.